Oi, e olha só que não sou eu naquela foto!
E eu nem acredito que mais um semestre acabou, nossa que alívio.
Dentre muitas coisas, descobri mais um talento meu, eu sou boa na crítica cinematográfica. Outra coisa? Eu sei escrever livro como ninguém! Mas há o que nem minha mãe botaria fé: eu até falo bem, até que minha voz é boa para um tele, ou rádio, jornal - mesmo sendo uma voz um tanto quanto sonolenta.
Nesses quatro meses de convivência com uma turma que a cada momento parece diminuir, descobri que meu talento para ver o que está bem diante do nariz está mais ativo e ágil do que nunca. Pode até parecer idiotice lendo por alto, mas sabemos que o ser humano não consegue ver as coisas tão bem quando estão muito próximas. Eu sim, vejo muito bem.
Essa noite tive um sonho tão louco que poderia até se realizar, o problema é que as circunstâncias não o tornaria real nem se eu pudesse me transportar para um lugar melhor do que estou agora. Na verdade, a maioria dos meus sonhos costumam acontecer na vida real - ou eu ainda estou sonhando?!?, vai saber. Há quem diga que é um tal de dèja vú, mas discordo de quem venha tentar me convencer disso.
No mais, não tenho mais o que dizer, até porque não tenho mais como falar. Estou tentando me convencer de que alguém irá ler esse post.
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
FUCK*****
E o dia vai passando como se não fosse algo surpreendente. Porque é.
Ah, não sei bem, mas às vezes parece que muita coisa ao meu redor não é real, não encarando REAL como o oposto de ilusório, mas no sentido nobre da coisa.
E antes que eu perca o foco do porquê de eu estar escrevendo aqui, nessa sexta-feira da paixão - isso me faz lembrar de não me apaixonar nunca [a lógica é simples, quem se apaixona, se fode - seja lá como for - é preferível não correr o risco], isso porque Jesus deu o exemplo de não fazer isso, ou simplesmente, porque ele já o fez por nós.
Não é meu propósito aqui ficar falando de coisas religiosas e todo o resto que vem atrás - resto este que se resume em conflitos. Aliás, o que mesmo eu ia falar?! Eu nem sei mais, ta subindo um cheiro aqui bom de comida [observação para o tanto que eu comi hoje - ave maria, tirei a barriga da miséria. Casa de mãe é bom por isso].
Voltando, é incrível como a vida está idiota. O real é apenas aquilo que brilha, putz!!! [alguém, por favor, fale para mim mesma que sempre foi assim, que o ser humano é mesmo uma merda?!!!!!! rsrs]. Estou assim reflexiva, porque estive diante de umas coisas feias hoje, e não é porque é dia santo não, NÃO SOU SIMPATIZANTE DO CATOLICISMO ROMANODOS INFERNO. ELES MATARAM MEUS ANTEPASSADOS NA FOGUEIRA. KKKKKKKKKKKKKKKK
Quer saber?! Dane-se.
Um dia eu volto pra buscar a conta.
[and you, who's always wishing my boy, motherfuc*****, CUZ I'm very happy when he's around me and I don't really care. F*Y*]
Ah, não sei bem, mas às vezes parece que muita coisa ao meu redor não é real, não encarando REAL como o oposto de ilusório, mas no sentido nobre da coisa.
E antes que eu perca o foco do porquê de eu estar escrevendo aqui, nessa sexta-feira da paixão - isso me faz lembrar de não me apaixonar nunca [a lógica é simples, quem se apaixona, se fode - seja lá como for - é preferível não correr o risco], isso porque Jesus deu o exemplo de não fazer isso, ou simplesmente, porque ele já o fez por nós.
Não é meu propósito aqui ficar falando de coisas religiosas e todo o resto que vem atrás - resto este que se resume em conflitos. Aliás, o que mesmo eu ia falar?! Eu nem sei mais, ta subindo um cheiro aqui bom de comida [observação para o tanto que eu comi hoje - ave maria, tirei a barriga da miséria. Casa de mãe é bom por isso].
Voltando, é incrível como a vida está idiota. O real é apenas aquilo que brilha, putz!!! [alguém, por favor, fale para mim mesma que sempre foi assim, que o ser humano é mesmo uma merda?!!!!!! rsrs]. Estou assim reflexiva, porque estive diante de umas coisas feias hoje, e não é porque é dia santo não, NÃO SOU SIMPATIZANTE DO CATOLICISMO ROMANO
Quer saber?! Dane-se.
Um dia eu volto pra buscar a conta.
[and you, who's always wishing my boy, motherfuc*****, CUZ I'm very happy when he's around me and I don't really care. F*Y*]
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
E como se não tivesse motivos para entender cada coisa que se passa por nossos olhos, eu venho aqui de novo para poder, ao menos, passar o tempo.
É, passou-se para outro ano, mas o que isso tem de tão diferente?! As noites não continuam vindo logo depois do dia? As segundas-feiras não vem sempre depois dos domingos intediantes acompanhados pelo Fausto Silva? O salário não continua terminando antes que o mês chegasse na metade? Pois é, é como se fosse outro dia qualquer do mesmo ano em que não se comemora o outro que chegou. [se chegou, não vi, porque não bateu na minha porta :P]
Mas sabe, esse bebê da foto sou eu [não se admira pelos olhos negros e grandes rs E antes de continuar, preciso deixar bem claro que EU NÃO SINTO A MENOR FALTA DESSAS BOCHECHAS [É ASSIM QUE SE ESCREVE?!?!?!]
[eu era mesmo a coisa mais fofa do mundo ^^ cute cute]
Eu tenho que falar uma coisa: eu estou bem, eu me sinto bem agora e arriscaria até em dizer que estou feliz. O motivo? Suspeito que não posso dizer, mas posso dizer que é algo bem forte e que me deixa tão forte quanto.
Já não preciso dizer mais nada, porque não consigo mesmo pensar em mais nada.
Por fim, atualizei.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Não há utilidade! É sério.
E na procura desesperadora de algo a dizer, eu sigo como se nada fosse suficientemente possível de resolver. Não sou adepta à rima. Mas como tudo nesse mundo tem que ser combinado – no sentido amplo da palavra – às vezes saem coisas que não foram assim tão bem combinadas.
Se por um acaso notar que é metalinguagem, pare. Não quero que leia algo que já sabe. Não quero que isso se resuma em uma mesmice que a vida proporciona. Porque gosto do diferencial. E o diferente, está naquilo que não combina que não se ajeita com facilidade e que não tem a aceitação automática – isso se bater de frente com o comum [não é redundante, mas se gostar do diferente, ele deixa de ser diferente porque lhe agradou e se torna comum! – simples].
Assim como eu gosto do diferente, tornando assim comum para mim, gosto do diferente por ser rejeitado pela maioria das pessoas [acho que gosto de desafios].
Ah, o consumismo! Palavra chata que vem me consumindo desde o mês de agosto – os outros meses antecedentes a esse era eu quem o consumia. Dado ao artigo que me levou a ler muito sobre o mesmo assunto chato, mastigado, destrutivo e consumista. Arriscaria em dizer que é autodestrutivo e, que se não fosse não existiria ainda.
Estudo Comunicação, mas estudei um curto período o curso de Psicologia [se a minha ex professora de Técnicas de Análise do Comportamento Infantil lesse isso diria: isso não é preciso, o que é, exatamente, "curto" para você?!] e senti falta de opinar - lá já estava tudo pronto demais, era só ler os livros, cortar os cérebros, analisar os comportamentos e, acima de tudo, odiar Freud. Definitivamente intolerante.
O quê? Ah sim, eu durmo sim. Só não me pergunte quando porque pode não ter uma boa resposta.
Bom, antes que isso caia num mundo chamado por mim de “mundo do pra quê isso?!?!?!?”, vou concluindo e confessando: não é uma metalinguagem. Talvez seja.
Não, não é.
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